sexta-feira, 30 de março de 2012

Região leste recebe nova edição do Cesta Verde

Escrito por n. com

Comunidade do conjunto Lindóia poderá trocar material reciclado por alimentos saudáveis, das 8h às 17h, na esquina das ruas Centenário do Sul e Nova Esperança

A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, em parceria com a Companhia Municipal de Trânsito de Urbanização (CMTU), realiza amanhã (30) mais uma edição semanal do Cesta Verde. A equipe do programa municipal atenderá moradores do conjunto Lindóia, no encontro das ruas Centenário do Sul e Nova Esperança.

Em dois horários, das 8h às 12h e das 14h às 17h, a comunidade da região leste pode participar do projeto de conscientização ambiental, que vai trocar lixo reciclável por alimento. Ou seja, para cada 2 quilos de lixo reciclável entregue, será concedido 1 quilo de alimento natural e saudável.

O Cesta Verde é organizado no seguinte forma: primeiramente, a pessoa se dirige à fila dos recicláveis que serão pesados. Em seguida, se desloca até um caminhão para recolher a quantidade de alimento proporcional ao material entregue. Cada pessoa pode levar, no máximo, 12 quilos de recicláveis, o que dará direito a receber 6 quilos de alimentos, como frutas, verduras e legumes.

A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) faz toda destinação do lixo reciclado na Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis e de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana (Coopersil).

Desde a primeira edição, o programa Cesta Verde beneficiou 3.565 famílias. Já foram arrecadados 28.276 toneladas de materiais recicláveis, enquanto os moradores receberam em troca 13.908 toneladas de alimentos.

Obituário - Homegaem - JL

“Pastor Renato Lemes” é agora o nome da Unidade Básica de Saúde do Conjunto Mister Thomas, na zona leste. A homenagem póstuma pretende eternizar a lembrança do agricultor que se tornou legislador. Nascido em Jales (SP), Renato Teixeira Lemes trabalhou na roça até os 16 anos. Mais tarde, foi metalúrgico e comerciário. Em 1985, aos 29 anos, se tornou pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. O envolvimento com a política veio com as eleições de 2001, quando o pastor se mudou para Londrina para coordenar a campanha de candidatos do PSL. Foi pelo mesmo partido que, em 2004, Lemes se elegeu vereador, reelegendo-se em 2008. À família e aos amigos, fica o conforto de conhecer a alegria que Lemes desfrutou em seus últimos dias, ao rever, depois de seis anos, a filha que mora na Inglaterra, e conhecer a neta de quatro anos. Ele faleceu no dia 20, em Londres, e foi sepultado no dia 27.

Cine Augustus: Ano eleitoral e desconhecimento

E a comissão de justiça como era de se esperar emitiu parecer contrário a tramitação do projeto do Cine Augustus. E para piorar ainda sugere que se venda os terrenos que seriam permutados no projeto para reformar o Cine Teatro Ouro Verde que é Estadual.

Por queda de braço política eleitoral corrermos o risco de ver mais um patrimônio histórico de Londrina ser entregue a especulação imobiliária.

Lamentável....

Aprovada na Assembleia: ExpoLondrina é a feira oficial do Paraná

Da Assessoria

Em votação realizada durante a sessão plenária da última terça-feira (27) na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, a ExpoLondrina foi instituída como a feira agropecuária oficial do Estado, a partir do projeto de lei 945/2011, aprovado por 26 votos a 16, proposto pelo deputado Hermas Brandão Junior (PSB). O projeto foi discutido pela segunda vez e deve passar por redação final antes de ser encaminhado para a sanção do governador Beto Richa (PSDB).

O projeto levantou opiniões contrárias, mas foi aprovado com diferença de dez votos, com o apoio do líder do governo na AL, deputado Ademar Traiano (PSDB). ”A feira de Londrina tem amplitude maior e, ao contrário de outras cidades, onde há a feira da sociedade rural daqueles municípios, em Londrina a feira é da Sociedade Rural do Paraná e por isso estamos instituindo essa feira como a oficial”, declarou o deputado à Folha de Londrina.

Brandão Junior argumenta, no projeto, que a ExpoLondrina é a maior feira agroindustrial da América Latina e é, geralmente, realizada durante 11 dias, com shows, rodeio, leilões e feiras. Agricultores e pecuaristas movimentam, segundo o parlamentar, R$ 20 milhões, com maquinário e animais. Como a ExpoLondrina começa no próximo dia 5, o projeto tramitou em regime de urgência na Assembleia Legislativa do Paraná

terça-feira, 20 de março de 2012

Vereador Pastor Renato Lemes

Deixo registrado o pesar pelo falecimento do vereador e os meus sentimentos a toda a família.

Que Deus o tenha!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Nota de esclarecimento sobre capela mortuária do jardim Jamaica, Tókio, Industrial

Em resposta a algumas redes de rádio e TV que teriam sugerido que os preços da capela mortuária estariam acima do valor de mercado, a Secretaria de Governo e a ACESF, tem a esclarecer:

A Prefeitura de Londrina realizou uma licitação em agosto de 2011 para a contratação de empresa para a construção da Capela Mortuária do Jardim Jamaica, na região Oeste, orçada em R$218.805,49. Sagrou-se vencedora do certame a Construtora Monasa Engenharia Civil S/C Ltda com proposta no valor de R$201.297,29.

O terreno para a construção da referida Capela tem extensão de 3.308,18m2, sendo importante ressaltar que no valor da obra, além da construção da capela mortuária com 79,90m2, está incluída a reurbanização de todo o terreno, compreendendo, também, os investimentos com um estacionamento de 1.021,25m2; passeios externos; paisagismo e cercamento do terreno.

Assim tem-se a seguinte tabela de custos discriminada:

- R$150.518,79: edificação do prédio;

- R$ 11.663,35: serviços preliminares (instalação de canteiro, limpeza do terreno e movimento da terra) e,

- R$ 56.623,67: para fechamento, pavimentação externa e paisagismo.

A área de 79,90 m2 compreende a construção da Capela contendo 1 copa, 2 sanitários totalmente adaptados para pessoas portadoras de deficiência, com 4 bacias sanitárias e bancadas em granito com cubas de louça, além de divisórias em granito, com o intuito de proporcionar conforto às famílias em luto. Somente tais instalações correspondem a 30% da área total construída.

A construção possui, ainda, acabamento em pastilhas visando facilitar a manutenção e conferir maior durabilidade ao conjunto. O preço final da obra traz embutido também todos os impostos, taxas, encargos sociais. Segundo a Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação, para o orçamento da obra, foram considerados os preços unitários na licitação de acordo com a tabela SINAPI, do Governo Federal.

De se esclarecer, ainda, que a definição do terreno, que é público e sem custo direto na licitação, seguiu critérios de interesse e solicitação popular, sobretudo, feitas em audiências públicas promovidas pelo Município. O projeto arquitetônico padrão foi elaborado por arquiteto do IPPUL e foram contratados projetos executivos por meio de procedimento licitatório no ano de 2011. Os projetos executivos subsidiam a formação da Planilha de Custos referente aos valores máximos de cada item a ser licitado, sendo eles: projetos elétricos - SPDA; projetos estrutura de concreto e madeira; projetos hidrosanitário e de prevenção de incêndios.

Todos os projetos e planilhas de preços encontram-se disponíveis na Secretaria Municipal de Obras, estando as Secretarias de Gestão Pública e Obras à disposição para maiores esclarecimentos. Destacamos a seriedade do processo licitatório e de justiça na composição dos preços, que é um exemplo de moralidade.

“Toda licitação de obras públicas, desde que seguindo as regras da lei 8.666/93 e ainda mais neste caso, onde os preços inclusive estão de acordo com a tabela do SINAPI, do Governo Federal, podem ter uma ou outra variação no seu preço final em comparação com a iniciativa privada, considerando o custo do processo, forma de pagamento e trâmites burocráticos. Porém a Prefeitura faz questão de rechaçar qualquer sinalização leviana de quem quer que seja, inclusive de supostos empreiteiros, que por livre escolha ausentaram-se do certame em uma licitação pública e transparente”, afirmou o secretário de Governo, Marco Cito.

Londrina, 16 de julho de 2012.

Uso político

Agora, o mais engraçado foi escutar a turma da paiquerê AM hoje de manhã dizendo nas entrelinhas que a ação tratava-se de "uso eleitoral".

Quando o prefeito comenta sobre uso eleitoral de qualquer assunto pelos nosso adversários é exagero, desculpa para não se defender, etc. Dizem que tudo o que o prefeito fala é usando a desculpa de perseguição eleitoral, bla bla bla.  

E agora senhores?

Critério, critério...

Assessor pago para ficar no Japão

A presidente da comissão de Justiçca na Câmara, vereadora Sandra Graça, defende-se também de uma ação ajuizada pelo Ministério Público referente a uma acusação de que teria - por um tempo determinado - mantido nomeação de um assessor parlamentar (e pagando seus salários com dinheiro público) enquanto o mesmo estaria segundo acusação em outro país, o Japão. 

Fonte: Ministério Público do estado do Paraná.

Ação também atinge vereadora Sandra Graça, presidente da Comissão de Justiça da Câmara

SERCOMTEL ALEGA QUE PREFEITURA NÃO ACERTOU CONTAS

O principal argumento da Sercomtel na ação de cobrança é de que, ainda na gestão Antonio Belinati (1997-2000) foi feito um acordo entre a Prefeitura e a empresa de telefonia. Esse convênio permitiu, por exemplo, a contratação de dois escritórios de advocacia de Curitiba para formular um estudo sobre a venda de ações da empresa – com o custo de R$ 2 milhões em valores da época –, em 1997.

Outro fato citado é a cessão, em 1998, pela Caixa Econômica Federal (CEF), da hoje vereadora Sandra Graça (PP) para ser chefe de gabinete de Belinati. Sandra recebeu os salários da CEF, mas a Sercomtel ressarciu o banco estatal. Na ação, a empresa alega que a prefeitura deveria reembolsar a Sercomtel, o que não aconteceu. A empresa de telefonia alega foram pagos R$ 138 mil para a hoje vereadora e pede a devolução de R$ 240 mil em valores atualizados.

A gestão Nedson Micheleti (PT) também usou o convênio, o que levou a Sercomtel a enquadrar o petista e pessoas da administração dele. Nesse caso, a acusação é de que entre abril e junho de 2001 a Sercomtel pagou R$ 9 mil (R$ 11,7 mil em valores atualizados) para a “poda, coleta e transporte de árvores e galhos para a AMA (atual Secretaria Municipal do Ambiente, Sema)”.

Um documento da gestão petista é usado como reconhecimento da dívida. Em agosto de 2001, foi encaminhada a quitação parcial (41% do valor), mas o restante nunca foi pago, conforme argumenta a empresa na ação.
 
Fonte: Blog Baixo Clero

SERCOMTEL VAI À JUSTIÇA COBRAR R$ 14 MILHÕES DA PREFEITURA E DE EX-PREFEITOS

A  Sercomtel entrou na Justiça contra a Prefeitura de Londrina e os ex-prefeitos Antonio Belinati (PP) e Nedson Micheleti (PT), pedindo o ressarcimento de cerca de R$ 14 milhões em valores atualizados. O argumento é que a empresa de telefonia pagou gastos do município por meio de um convênio, que previa a devolução desses valores, o que aconteceu parcialmente. Além dos ex-prefeitos, também são citados na ação ex-presidentes da empresa de telefonia nas duas gestões, Rubens Pavan e Francisco Roberto, ex-secretários das duas gestões, como Gino Azzolini Neto, Sandra Graça (hoje vereadora pelo PP), Wilson Mandelli (gestão Belinati) e João Mendonça (gestão Nedson), ex-diretores da Sercomtel, como Walter Ikeda e o falecido Ismael Mologni (nesse caso, quem responde pelo ressarcimento é o espólio deixado por ele).

Além da devolução do dinheiro, a Sercomtel pede a condenação dos agentes públicos por “improbidade administrativa”, alegando que eles teriam agido “em conluio e de má fé” para “criar esse ímprobo sistema”. Há um pedido de liminar tornando indisponíveis os bens de todas as pessoas contra as quais foi feita a representação, mas até ontem, o juiz da 2ª Vara de Fazenda Pública de Londrina, Emil Gonçalves não tinha despachado sobre o pedido. Gonçalves determinou somente que o MP fosse comunicado com relação ao caso para apurar a eventual ocorrência de improbidade administrativa.

O presidente da Sercomtel, Roberto Coutinho, não quis comentar o assunto. “Como o juiz ainda não se manifestou, a orientação do jurídico é para não comentar, até que haja decisão”, declarou.
 
Fonte: Blog Baixo Clero

terça-feira, 13 de março de 2012

Dengue tem redução de 99,6% em Londrina

Ações realizadas antes e durante o período crítico da doença e ajuda da população no combate ao mosquito transmissor têm contribuído para redução do número de casos

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Coordenação Municipal de Endemias, divulgou na manhã de hoje (12) o resultado das ações realizadas durante os últimos meses. Segundo o coordenador municipal de Endemias, Elson Belisário, o número de casos de dengue, em comparação com o mesmo período do ano passado, caiu 99,6%.

Até o dia 10 de março de 2011, foram registrados 4.095 casos da doença em Londrina. Até sexta-feira (10), deste ano, a cidade registrou apenas 14 casos, sendo que três deles são de pessoas que vieram de outras cidades, ou seja, são os chamados casos importados de dengue.

De acordo com os dados da Coordenação de Endemias, desde janeiro de 2012 até hoje, os agentes municipais já visitaram aproximadamente 200 mil residências, terrenos baldios, fundos de vale e locais com possibilidade de focos do mosquito. O que representa cerca de 4 mil visitas diárias.

O trabalho de vistoria das residências já está finalizado nas regiões norte e sul. Em cerca de 10 dias, os agentes esperam terminar as visitas nas regiões leste, oeste e central.

O segundo Levantamento de Índice Rápido de Aedes Aegypti (LIRAa) de 2012 tem previsão para início em 26 de março e término no dia 30. Após, obtido o resultado do levantamento rápido, novas ações serão planejadas.

Segundo o coordenador de Endemias, apesar dos resultados positivos no combate ao mosquito, a cidade continua em estado de alerta. “Nós continuamos em estado de alerta até a primeira quinzena de abril quando o clima começa a mudar e cai, naturalmente, a proliferação das larvas do mosquito”.

De acordo com a diretora de Epidemiologia e Informações em Saúde, Sandra Regina Caldeira Melo, os trabalhos de visitas dos agentes municipais de endemias e a notificação de locais com foco do mosquito vão continuar durante todo o ano e a redução do índice de pessoas com dengue deve-se a diversos fatores.

“A redução de casos em 99,6% deve-se aos trabalhos desenvolvidos em conjunto com os agentes de endemias, ações preventivas realizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), auxílio da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), mutirões de limpeza e aos cuidados da população com seus terrenos e quintais”, afirmou diretora de Epidemiologia.

Nos trabalhos dos agentes, o uso dos fumacês costais foi reduzido em 80% e não é mais necessária a utilização dos veículos inseticidas dada a redução do número de focos e de casos confirmados da doença.

Tolerância Zero da GM prende cinco em uma semana

Somente no sábado, no Igapó 2, Guarda Municipal prendeu dois em flagrante: um por tráfico de drogas e outro por tentativa de assalto

A operação Tolerância Zero da Guarda Municipal de Londrina completou a primeira semana de policiamento mais ostensivo no lago Igapó (a barragem do Lago Igapó 1 e as pistas de caminhadas do Lago Igapó 1 e 2), efetuando cinco prisões. Duas delas ocorreram no sábado (10).

Segundo o secretário municipal de Defesa Social, Jefferson Dias Chaves, as duas prisões ocorreram no Lago Igapó 2. Por volta das 10h, Paulo Rogério, de 23 anos, foi detido em flagrante por tráfico de drogas. Ao ser abordado pelo guarda municipal, ele portava sete invólucros de pedras de crack e uma trouxa de maconha.

Cerca de uma hora depois, um menor foi preso ao tentar roubar uma bolsa de uma pessoa idosa. “Ao ser atacada, a mulher gritou e o guarda conseguiu pegar o marginal. Evitamos, com esta ação, que aquela senhora tivesse prejuízo”, afirmou Chaves.

Todos os detidos foram encaminhados à delegacia de polícia para que fosse lavrado o auto de ocorrência pela PM, além de garantir a prisão.

A Guarda Municipal está intensificando a ação de vigilância de locais públicos, como a barragem do Lago Igapó 1 e as pistas de caminhadas do Lago Igapó 1 e 2. “Estamos oferecendo a proteção necessária, para que a população possa fazer sua caminhada e desenvolver o seu esporte e lazer com segurança”, afirmou.

Jefferson Chaves disse que a operação de tolerância zero também visa pegar os vândalos que atacam o patrimônio público e os flanelinhas que exerçam ação intimidativa.

FONTE: Agência Londrix

Perguntas e respostas sobre os kit´s:

1) Por que o kit escolar de Maringá foi apresentado com menos itens que o que realmente foi apresentado para a prefeitura? E qual o critério para colocar os materiais de Londrina no comparativo em relação a Maringá?

Em virtude da Prefeitura de Londrina não ter realizado a licitação para aquisição dos materiais escolares, não possuímos o kit completo, com agenda, dicionários, entre outros itens e por isso, se optou pelo critério de certificação de especificação e quantitativos principalmente em relação ao tamanho e números diferentes, como exemplo, a caixa de lápis de cor, que em Londrina é solicitado 24 lápis tamanho longo e em Maringá, a caixa é com 12.

2) Se não houve a abertura dos envelopes, não sabendo quais os produtos que seriam vencedores dessa licitação, por quê a prefeitura colocou produtos de qualidade, como lápis de cor Faber Castell, giz de cera Acrilex, que são os produtos top de linha, num comparativo com os produtos de Maringá? Isso não levaria a população a acreditar que essas marcas é que seriam compostas nos kits de Londrina? E também não estariam incorrendo no risco de ser interpretada como direcionamento de licitação, uma vez que estariam expondo marcas como sendo integrantes do kit de Londrina em uma licitação que ainda não teve envelopes abertos?

A defesa do edital de Londrina se fundamente justamente numa referência de qualidade quanto ao que foi especificado, motivo pelos quais as grandes marcas podem ganhar a licitação.

Quanto ao questionamento de direcionamento, discordamos da pergunta, porque em todas as vezes que a Prefeitura se pronunciou sobre o assunto, seja pelo Secretário de Gestão, Educação ou Governo, sempre citou exemplos de pelo menos 10 marcas em cada produto especificado no edital. Veja o exemplo da cor do tubo de cola.

3) Por quê foram apresentados na mesa de Londrina duas borrachas, dois apontadores, duas caixas de lápis de cor, duas caixas de giz de cera, sendo que no edital de licitação serão distribuídos apenas um produto de cada para cada aluno? Isso não levaria a população a um erro de interpretação sobre a quantidade de produtos a serem distribuídos?

Isto não é relevante. A licitação em Londrina não foi realizada e os materiais apresentados foram adquiridos em papelarias locais, e foram levados da forma que foram adquiridos, em respectivas caixas. A intervenção com a população foi sempre no papel de explicar a realidade como é e não distorcida como os veículos de comunicação tem feito.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Barbosa Neto torna obrigatório o teste do coraçãozinho

http://www.facebook.com/home.php?ref=hpskip#!/

Aos Srs. J.B. Faria, Carlos Camargo e Fiori Luiz

Prezados Senhores,

Em 15/2 e 23/2/2012, respectivamente nos programas Rádio Paiquerê Comunidade e Fiori Luiz, veiculados pela Rádio Paiquerê AM, os apresentadores Carlos Camargo e Fiori Luiz, ambos, questionaram o valor da construção da capela mortuária do Jardim Bandeirantes, colocando em dúvida a idoneidade do valor de R$201.000,00 constante da placa afixada na construção, pedindo, inclusive, explicações sobre os gastos que compõe esse valor global.

Diante do exposto, com fundamento no permissivo constitucional inserto no comando do art. 5o., V, o Município de Londrina, por meio do seu Núcleo de Comunicação, vem pleitear o direito de resposta, a ser veiculado em ambos os programas, cujo conteúdo esclarecedor, que deverá ser lido pelo apresentador, segue abaixo:

"A Prefeitura de Londrina realizou uma licitação em agosto de 2011 para a contratação de empresa para a construção da Capela Mortuária do Jardim Jamaica, na região Oeste, orçada em R$218.805,49. Sagrou-se vencedora do certame a Construtora Monasa Engenharia Civil S/C Ltda com proposta no valor de R$201.297,29.

O terreno para a construção da referida Capela tem extensão de 3.308,18m2, sendo importante ressaltar que no valor da obra, além da construção da capela mortuária com 79,90m2, está incluída a reurbanização de todo o terreno, compreendendo, também, os gastos com um estacionamento de 1.021,25m2; passeios externos; paisagismo e cercamento do terreno.

Assim tem-se a seguinte tabela de custos discriminada:

- R$150.518,79 : edificação do prédio;

- R$ 11.663,35 : serviços preliminares (instalação de canteiro, limpeza do terreno e movimento da terra) e,

- R$ 56.623,67 : para fechamento, pavimentação externa e paisagismo.

A área de 79,90 m2 compreende a construção da Capela contendo 1 copa, 2 sanitários totalmente adaptados para pessoas portadoras de deficiência, com 4 bacias sanitárias e bancadas em granito com cubas de louça, além de divisórias em granito, com o intuito de proporcionar conforto às famílias em luto. Somente tais instalações correspondem a 30% da área total construída.

A construção possui, ainda, acabamento em pastilhas visando facilitar a manutenção e conferir maior durabilidade ao conjunto. O preço final da obra traz embutido também todos os impostos, taxas, encargos sociais. Segundo a Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação, para o orçamento da obra, foram considerados os preços unitários na licitação de acordo com a tabela SINAPI, do Governo Federal.

De se esclarecer, ainda, que a definição do terreno, que é público e sem custo direto na licitação, seguiu critérios de interesse e solicitação popular, sobretudo, feitas em audiências públicas promovidas pelo Município. O projeto arquitetônico padrão foi elaborado por arquiteto do IPPUL e foram contratados projetos executivos por meio de procedimento licitatório no ano de 2011. Os projetos executivos subsidiam a formação da Planilha de Custos referente aos valores máximos de cada item a ser licitado, sendo eles: projetos elétricos - SPDA; projetos estrutura de concreto e madeira; projetos hidrosanitário e de prevenção de incêndios.

Todos os projetos e planilhas de preços encontram-se disponíveis na Secretaria Municipal de Obras, estando as Secretarias de Gestão Pública e Obras à disposição para maiores esclarecimentos. Destacamos a seriedade do processo licitatório e de justiça na composição dos preços, que é um exemplo de moralidade."

segunda-feira, 5 de março de 2012

O coronelismo acabou, depu

Do twitter do prefeito Barbosa Neto:

"Fiquei sabendo que por atitude antidemocrática o dep. estadual de Londrina foi obrigado pela justiça a devolver o comando do PMDB ao Jaqueta.

Leonilson Jaqueta representa o grupo que legitimamente venceu democraticamente a eleição para comandar o partido. Mais uma reparação do direito daqueles que tem voto é respeitado. Este é um recado para aqueles que ousam desrespeitar a vontade da maioria.

O coronelismo acabou, depu."